terça-feira, fevereiro 10, 2009

"Arrependizagem"

É com um enorme vazio que me debruço novamente aqui... Um dejá vu que nunca aconteceu, de que sempre me lembro...
Escrever positivo é mentir..

Menos com mais dá menos...

Não me felicito, nem me perdoo.
Estou, sou, vou sendo isto...
Um cristo...
Um cristo de mim próprio.

Com o tempo, uma pessoa vai mudando. Com uma pessoa, os tempos vão mudando... Porque é que eu sinto que tudo me passa ao lado? Porque me dói a cabeça como tem doído? Picadas e picadas... Tanto sozinho, como em público... Há qualquer coisa no ar... no ar de hoje em dia... Tudo parece vago, desprovido de interesse. Isto não é, nem por sombras uma depressão. É algo mais... Nem sei explicar... Mas é colectivo. Muitos não se aperceberam... Muitos outros dizem ser a crise... Mas não há crise nenhuma. Há sim, uma explosão... Porque o mundo está farto de ser assim! Eu estou farto de mim, de ti, de tudo e de todos... Estou farto!

E sei que tu também...




sábado, junho 28, 2008


Senhor, eu sei...

Eu não sou digno da tua morada...

Não abraço a vida que me deste.

Levo uma "vida" drogada...

e para este mundo, sou apenas uma peste.


A doença do século XXI...

Não ter problemas e arranjar mais um!

A tecnologia, a televisão...

A magia, a ilusão...


Não te peço que confies em mim... 

Eu não tenho palavra e deixei-te!

Tomei o atalho... Parecia mais fácil.

Enganei-me... 


Mas isso trouxe-me a ti, novamente...

Aqui e agora... hoje, como sempre!

Só e quando preciso de ti... 

Sou humano, um egoísta!

Sou um homem, sou um artista...


Perdoa-me...


sexta-feira, junho 27, 2008

Não

Saír do trabalho às 8 da noite não é saudável... Sinto que perdi o dia. E as poucas horas que tenho a partir deste momento, parecem-me tão pequenas e vazias... Não sei o que fazer! 

NÃO!
Ok...
Que queres que diga?

Como se de um boomerang se tratasse, o passado assombra-me novamente... Perco a vontade e sinto o vazio outra vez. Tudo isto causado por uma palavra... Uma palavra... que me atormenta... 3 letras que juntas, me espetam! E dói... Ponho em causa tudo o que de bom me tem acontecido, chego a convencer-me que é uma ilusão... Uma de muitas... Mas esta era tão bonita... tão... utópica... 

domingo, junho 22, 2008








A felicidade de um homem, 
na imagem de uma Mulher :)









quarta-feira, junho 18, 2008


1500*


No segredo do vento, suspiro o teu nome...
Ele percorre caminhos sem fim.
Vem uma nortada...
E em MAIÚSCULAS, com Capitular,
ele volta a mim...


1500*

Deslizo de alegria no teu cheiro.
Caio de mãos mas nem me seguro,
ligeiramente matreiro...
E levito... Excitado!


1500*

Aperto-a... sem amanhã!
E não há nada a mais que não venha do menos...
E nós temos uma "coisa"... que (só) nós temos!


Nós...

Tivemo-nos... Temo-nos tido e temo-nos...
Termo-nos-íamos tido antes?

1500*


quinta-feira, junho 12, 2008

Paranóia

Depois de um dia em cheio, de trabalho e lazer, espero pelo jantar... Cansado e derrotado, procuro um fio de criatividade ao som da música mais calma que encontrei na minha playlist.

Depois do jantar... vem a paranóia. O meu receio supera a felicidade que sinto. E lentamente, leva-me para o fundo... Acho que é um problema de auto-confiança. Vivo em função de uma espera estúpida pela desilusão. Talvez na tentativa de poder voltar a sofrer... A força do hábito!

Esta relação põe-me triste e feliz ao mesmo tempo. E às vezes não consigo saber qual das sensações vem primeiro... O vazio que sinto é tão grande na sua ausência, que os alicerces acabam por tremer todos e o edifício parece ir abaixo. Há momentos em que me pergunto se a obra estava mesmo em curso, ou se isto não é apenas fruto da minha imaginação.

Não sei lidar com a saudade...

:)


 As calm as the surface of a lake on a day without any wind...









Waking up is not a hard task anymore...

Cause a new day is a new highway to reach happiness.

I receive the light and I hug her, like there is no tomorrow.

And it feels so good...


My heart is pounding hard...

My stomach is itching...

I count every minute and every second

till i'm with her...


I'm feeling the love and i feel complete...

And i once thought that this was obsolete.

And thought i would never feel it again...

So pure, so intense.


The reality i live today

was like a dream to me...

So i can say i'm sleeping awake... 

But my eyes are open!


I will always love you...

Always... And never!


quarta-feira, junho 11, 2008

Tudo tem um mas...

Tudo tem um mas... Estou só. São 10 da noite e não tenho nada para fazer. Finalmente abandonei o vício do Warcraft. Mas... não posso estar com quem quero estar. O meu irmão também não está em casa. E só me dá para pensar... Pensar e ansiar... A saudade dá-me cabo do juízo. É estranho como o humor muda da noite para o dia... Neste caso foi ao contrário. Neste momento estou triste. 

Este ano que passou, em que vivi encerrado em mim mesmo... O meu refúgio já não era para fugir dos outros... Era pra fugir de mim... Mas não ajudava... Porque estava sempre sozinho... Procurava a felicidade nas coisas... Mas as coisas não têm expressão... Não têm face. E o que importa é ter alguém... Estar com alguém, fazê-la feliz... Sentimo-nos preenchidos. Como se nada mais importasse... E o bem estar dos outros torna-se o nosso... Quase sem pensá-lo, estou outra vez a viver... A luz do dia já não me fere... E a cortina cinzenta desapareceu. Voltei a fazer exercício e quando estou em casa, apetece-me saír... Pensei que nunca mais iria sentir isto. Ainda estou em estado de choque... Mas nunca um choque me soube tão bem. Está na altura de mudar... Voltar a ser eu... Lavar a acidez que se apoderou de mim. Positividade... 

Mas ter alguém também tem o seu lado negativo...

Insatisfeito, quero fugir de mim... 
Mas "ele" não me larga...
Onde estás?...

Sou um limão...
Não me devia comer.
O limão faz mal,
é muito ácido...

Em tempos gostava da acidez... e de estar sozinho. Mas hoje não... Não queria isso. Não agora! 
"Até amanhã." Quando ouço isso dá-me uma coisa... Porque a noite ainda é uma criança. Às vezes ouço isso ao fim da manhã e magoa-me... Mas a minha perspectiva é diferente. A minha possessividade impede-me de ver o lado bom de haver o amanhã. Dou muita importância ao agora... 

Não acredito que já desabei. Só se passaram umas horas... Sou perigoso. Sou uma espécie de agulha de duas pontas. Não tenho o buraquinho para pôr o fio. Pica dos dois lados... Dou o máximo e espero o máximo, mas o máximo que espero é enorme, não tem fim. 

'Vai com calma' costuma-se dizer. Todas essas frases feitas e expressões fazem sentido. Os provérbios são a maior verdade que existe. Mas eu nunca quero acreditar... E cego, vou de cabeça. Depois dói. Mas eu sou assim... 

"O Regresso do Rei"

Quando era pequeno, a minha avó costumava dizer ao meu irmão, em tom jocoso:

"És o Rei! Tu és o Rei!"

Nunca mais me esqueci... lol




Enfim... Estou feliz! :D

terça-feira, outubro 31, 2006



domingo, outubro 29, 2006

Uma daquelas noites...

Esta, é uma daquelas noites em que aprofundo o que de mais negro habita em mim, não para comentarem ou retirarem pedidos de ajuda inexistentes. Eu sou assim e sempre o serei, o poeta da lama que já passou de moda... e assim morrerei! Triste e feliz, inseguro mas radical, escorpião e carneiro, um simples mortal!



No leito da minha desaventurança
penso no que não posso e percorro
a minha vida (sempre) amargurada.
O desejo é tão pequeno e simples
Que é imperceptível aos olhos
de quem eu queria que o visse,
surpresa ou deslumbrada...

A solidão é permanente
E não sinto nada senão dor.
Dói-me corpo e espírito
No sentido físico...
No sentido lírico...

O meu delírio não vê muralhas.
Vê memórias falsas, futuras estórias
que até podem não acontecer,
mas estão sempre presentes.

Que mente perversa,
Que (tão) depressa dispersa
Todo o bem
(aos meus olhos)
dos outros.

Confianças trocadas por descrenças
e histórias mal contadas.
Em noites de saída intensa,
de alegria imensa,

na minha (longa e ansiada) ausência.

terça-feira, outubro 24, 2006

O que vocês não sabiam sobre mim...

Hannibal Gisco

From Wikipedia, the free encyclopedia

Hannibal Gisco (circa 300-290 - 260 BCE) was a Carthaginian military commander in charge of both land armies and naval fleets during the First Punic War against Rome. His efforts proved ultimately unsuccessful and his eventual defeat in battle led to his downfall and execution.

Hannibal Gisco should not be confused with Hannibal Barca, the Carthaginian leader of the Second Punic War.

The details of Hannibal Gisco's early life and career are unknown.

Hannibal Gisco's first appearance in the sources is in 261 BC, as the general in command of the garrison besieged by the Romans in Agrigentum. Despite the tenacity shown by Gisco and his men for months and the arrival of reinforcements led by Hanno, the city eventually fell into Roman hands. Gisco managed to escape to Carthage in the late stages of the battle. Apparently, this defeat - owing more to Roman persistence in siege than to any incompetence of his own - did not bar Gisco from continuing leadership. In the following year (260 BCE, Gisco returned as the admiral in charge of the Carthaginian fleet in the Straits of Messina. The Romans were about to launch their first naval fleet and Carthage had determined that this innovation should be thwarted. Gisco defeated and captured the Roman consul Gnaeus Cornelius Scipio Asina in the Lipari encounter, but this victory was robbed of practical meaning with the bulk of the Roman fleet continuing to manoeuvre in the surrounding waters. Later in 260 BC, Gisco was to engage this fleet and to be the first Punic general to encounter the Roman corvus boarding device with its deadly effect. Confident in Carthage's superiority at sea, Gisco deployed his ships for the Battle of Mylae in the traditional long line arrangement. Although inexperienced in sea battle, the Romans led by consul Gaius Duilius heavily defeated the Carthaginian fleet, mainly due to the innovative use of land tactics in naval warfare. Having lost the confidence of his peers, Hannibal Gisco was subsequently executed for incompetence shorly afterwards, together with other defeated Punic generals.


sábado, setembro 23, 2006

Condição=Actos+Destino e Destino=Actos?


Quanto de mim não chora? Todo o meu ser transborda sofrimento, estremece de raiva e subsequente impotência, por saber que não poderei ser feliz até que a minha alma se considere livre deste corpo, a condição à qual fui imposto, ser eu e nada mais... que é tudo e já não é pouco, pesado e enfastiado.

A minha imaginação não tem limites e por isso mesmo, sofro as consequências da abertura das portas do meu espírito. Nunca jamais as conseguirei fechar e por muito imediata que a felicidade me possa parecer, ainda percorreria caminhos sem fim até atingi-la verdadeiramente. Porque tudo em mim leva o seu tempo, ainda que leve a vida inteira.

Vivo numa corrida de marcha lenta onde parece que só eu ando mais rápido...
Como explicá-lo senão de uma forma que ninguém compreende? Nem eu entendo os caminhos que as minhas palavras percorrem, transcendentais a mim, alheias à minha vontade e unidas ao meu pensamento. O meu estado de espírito é nada mais que o reflexo dos meus actos, ainda que involuntários e desconhecidos, até para mim. A minha luta constante é inconstante. A minha pergunta é a resposta e a resposta é só resposta, sem perguntas. Não tenho dúvidas que as tenho. Tenho então dúvidas ou perguntas?
Pergunto-me se tenho...
"Duvidas"? ... ? .


sexta-feira, setembro 22, 2006

Entre Paredes


Sinto-me entre paredes. Paredes surreais que eu próprio ajudei a construir. Caminhos que percorri, pensando que eram atalhos, tornaram-se becos "sem saída". As possíveis saídas são só miragens, desfocadas pela minha visão a curto prazo... Sou incapaz de traçar um caminho para o futuro, porque acredito que o futuro é imediato e antes de o percorrer já tenho dúvidas. Dúvidas que se resolveriam com o tempo, mas este está claramente contra mim.
O que fazer quando se sente que já não há nada a fazer? O que dizer quando há tanta coisa que não foi dita? O que pensar quando já pensei em tudo?

Sinto que não há nada de novo no mundo... A vida já não é uma surpresa. Aprendi a rotinar o meu pensamento. E fi-lo de tal forma que nem um acontecimento inesperado me tira desta fadiga. Acho que isto já é uma doença.

quinta-feira, setembro 14, 2006

À (re)descoberta das velhas pérolas

(A celebração da verdadeira e mais bela House Music)



Tresor 122 - Savvas Ysatis 'Highrise'
(o minimal já dava sinais de vida, ainda que não fosse considerado como tal)



Etienne de crecy - Super Discount
(O meu primeiro contacto com a melhor música electrónica francesa)



The Advent - New Beginnings
(O mais verdadeiro e pioneiro Techno do mundo)



segunda-feira, setembro 04, 2006

'Só se for menina'

No dia 30 de Agosto de 2006, apresentei-me no Centro de Emprego de Viana do Castelo, devido a uma carta que recebi, na qual era referida uma oferta de emprego adequada às minhas qualificações e anteriores funções nos vários empregos em que estive.

Foi engraçado. Cheguei em último (15 minutos atrasado), e fui o segundo a ser chamado. O mais castiço disto tudo é que estava lá um rapaz à espera desde as 08:30 da manhã e, na carta que possuía, a hora na qual deveria estar presente era às 11:30. Só que o problema - presumo eu - é que a mãe deve-lhe ter dito(calúnia incluída) :

"Bais pa'lá àj'oit'imeia q'éj'o primeir'a ser'abiado!" :D

A mulher era do género da Bina Morte, uma personagem de Caminha que toda a gente conhece. Para os que não conhecem, é daquelas mulheres que parecem homens, tanto na maneira de falar como na presença e no vestuário! Voz grossa, temperamento f***** e uma capacidade tremenda de socializar, não o fazendo em simultâneo...

O filho tinha o cabelo rapado e a mãe disse:
"Porqué que não bais pá Tropa? "Ias pá guarda ou pá marinha." e vira-se para um senhor que lá estava, com o filho também: "E o seu também! Mande-o pá tropa!!!" E ri-se às gargalhadas!

O meu pai veio comigo e, nesse instante, olhou para mim e demos aquele sorriso conjunto, do género: que degredo... :)

Fui chamado lá acima, eu e a Marlene, a mulher do homem do talho (lol). Entrámos, sentámo-nos e a senhora que lá estava perguntou aquelas tretas do costume: habilitações literárias, empregos anteriores, etc... depois entregou-nos uma "folhinha" (como ela disse) e explicou-nos de que se tratava aquela empresa. Ficámos de ir lá à tarde, ás 14:30.

À saída, de sorriso estampado na cara - por se tratar de um emprego perto de casa e com boas condições - deparo-me com o "Rui de óculos fortes", outra das peças de Caminha, que disse:

"Ai e tal... vim aqui por causa de um emprego... vamos lá ver..." Pudera! Era estranho era se fosse lá comprar sapatos... :D

Quando estava quase a chegar ao carro, ouço uma voz aguda e sensível: "RUI!" Era a Marlene, a tal. "Se quiseres levo-te lá..." Na boa, às 14:25 no talho, disse-lhe eu.

E assim foi... Às 14:25 lá estava eu no talho. "Vamos na carrinha do meu marido!" Entrámos na carrinha e passado 20 segundos, aparece o pai dela de carro... "Ai, vamos antes no carro do meu pai!" Enfim... Chegámos lá e estava fechado. Toquei à campaínha. Apareceu uma mulher dos seus 60 e tal, com as rugas a saírem dos sovacos. Era a Dona Helena. O meu pai falou-me nela... Era a minha cunha. Mal nos viu, disse: "Ai, menino, aviso-o já! Para si não vai dar!"
Eu só tive tempo de ficar surpreso. "Ai sabe o que é, é que este emrpego é pa trabalhar com a minha nora no escritório. E o meu filho é muito ciúmento sabe? Aquilo nem são ciúmes, já é doença. Ele até tem ciúmes da água que bebe!" Eu só sorria, como quem já não está ali a fazer nada. "Mas a menina, a menina acho que era ideal! Sabe fazer facturação?"...

Resumindo, o Centro de Emprego está a gozar comigo! Ainda por cima, a empresa estava fechada e eu precisava de justificar por que não fui aceite - neste caso por não ser "menina" - e só na segunda é que abria. Mais um erro do Centro de Emprego. Hoje, segunda feira, voltei lá para me recusarem (lol). A justificação:




Quando chegámos lá, hoje, mal passámos de carro pela empresa, vimos o "Rui de Óculos fortes" a saír de bicicleta, cabisbaixo. Mais um que vai pá maneta, pensei eu. Entrámos, e estavam lá mais 5 pessoas, uma rapariga e um rapaz que tinham estado comigo um mês antes na Univa, em Caminha (uma espécie de recursos humanos para desempregados locais que não ajuda ninguém... aquilo era mais um lobby que outra coisa... lol) e o rapaz, coitado, vinha de fatinho, todo aprontadinho como quem queria causar boa impressão para ficar com o lugar! E, atenção, vi a nora da Dona "rugas no sovaco"! Que coisa asquerosa! :D Depois de me escreverem o que viram na foto, a mim e a ele, a Dona "rugas no sovaco" disse em voz alta, à frente de todos, apontando para mim:
"AQUELE É QUE EU TENHO PENA QUE NÃO SEJA MENINA!" Tudo a rir-se. E eu ali, com cara de parvo, já a suar por tudo o que é poro. Também me ri... Não podia fazer mais nada.
A acrescentar a todo este degredo, fiquei de levar a "folhinha" ao Centro de Emprego e nem era eu que devia levá-la, como podem verificar na foto, visto que a empresa é que decide se se devem apresentar mais candidatos ou não, coisa que ficou em branco, cortesia da nora "feia que nem um cacho".

E pronto. É mais um episódio de um desempregado português. Espero que tenham gostado!
1Abraço ;)

sábado, setembro 02, 2006

Sociedade "robotizadora"

Even with a suit, my mind was absolute.


Por muito que tentem, não há fatos para a mente... Não se pode fechar uma porta se ela não tem trinco. E a minha liberdade ficou intacta... Permanecia adormecida até às cinco da tarde... Havia dias em que não aguentava e sujeitava-me ao que ele queria, uma vida rotinária, sem pés nem cabeça, só com um tronco... Um tronco velho, cheio de bicho e resina. O resultado era este, uma espécie de fato do Venom, um dos mais brutais vilões do Homem Aranha, o qual me inspirou para tirar e editar esta foto.


Venom's suit


Esta era a visão que eu tinha todas as manhãs... O fato a impor-se a mim, a impor-se ao que eu acreditava, à vida que eu queria. Um fato tão insignificante, tão vulgar e tão diferente daquilo que sou. Quando caminhava pela rua, um dia, à saída, o meu pai encontrou-me, viu-me a andar cabisbaixo e disse:

- Tens que pôr a cabeça para cima quando estás a andar na rua, tu não deves nada a ninguém.

Eu pensei, claro, tenho que andar de cabeça erguida. Mas a minha cabeça estava sempre a "maquinar", era a minha válvula de escape. Quando andava assim, não era por vergonha nem por timidez, era porque não queria ser eu a impor uma conduta na qual nem eu acreditava. Estava submisso a mim próprio, não me impunha a ninguém porque eu sei que não é o fato que faz de mim mais que os outros. Era uma forma de mostrar o meu respeito por aqueles que nem roupa têm para vestir... Agora, para aqueles que se sentem todos importantes de "fatinho", ide passear!

©Gisco2006

terça-feira, agosto 29, 2006

Burial




We are hostile aliens, immune from dying!

Alien Virus... So Alien... So Viral.... ;)

domingo, agosto 27, 2006

Agricultura pseudo "tecnológica"

Ontem foi noite de Indústria Agrícola.
Era tudo a entrar com os sacos de adubo.
A maioria plantava batatas e

de legumes, havia quase tudo.


sábado, agosto 26, 2006

Desktop